Raio-X panorâmico: o que é, como é feito e para que serve 

Raio-X panorâmico: o que é, como é feito e para que serve 

21/10/2022 - Por: Cassiano Pires

A radiografia panorâmica pode ser realizada de três formas distintas com relação a posição da mordida do paciente: semi-aberta, em oclusão ou topo a topo.

A forma padrão e mais utilizada é a semi-aberta, onde o paciente morde em um posicionador encaixando somente os incisivos centrais (dentes anteriores) e, dessa forma, os dentes posteriores superiores e inferiores ficam afastados o que permite melhor visualização e análise de todas as estruturas dentárias, pois não ocorre sobreposição das coroas.

O que é o raio-X panorâmico?

Raio-X panorâmico
imagem: pexels.com

O raio-X panorâmico, radiografia panorâmica ou ortopantomografia é um exame de imagem que permite a visualização de todas as estruturas ósseas do complexo maxilo-mandibular, além dos dentes e suas anatomias. Esse exame permite a reprodução dessas estruturas em um filme radiográfico ou em uma imagem digital, mediante exposição aos raios-x.

Como é feito o raio-x panorâmico?

Para a realização da radiografia panorâmica não é necessário um preparo prévio e leva poucos minutos. A principal colaboração do paciente durante a realização do exame é permanecer-se imóvel para que a imagem seja obtida com a qualidade máxima e não seja necessária uma repetição. De maneira geral, o cirurgião-dentista ou o técnico em radiologia devem seguir os seguintes passos para a realização do exame:

  1. Orientar o paciente a remover quaisquer objetos metálicos que ele possa estar usando na região do pescoço para cima (colar, brinco, piercing, acessórios de cabelo metálicos, próteses removíveis, entre outros);
  2. Vestir o avental de chumbo no paciente a fim de proteger o corpo das radiações;
  3. Posicionar o rosto do paciente corretamente;
  4. Orientar o paciente a permanecer imóvel até o fim do exame;
  5. Acionar o aparelho que irá girar em torno do paciente enquanto captura a imagem e esse processo leva alguns segundos.

No entanto, em alguns casos específicos o cirurgião-dentista pode optar por solicitar o exame em oclusão, onde o paciente permanece com a mordida fechada normalmente, ou seja, os dentes superiores e inferiores devem permanecer em contato. Essa forma é indicada, por exemplo, em casos em que o paciente não possui os dentes anteriores, portanto não é possível utilizar o posicionador.

Existe ainda a posição da mordida em topo a topo, onde o paciente é orientado a protruir (forçar para frente) a mandíbula (arcada inferior) e deixar os dentes anteriores em contato somente pela borda incisal. Essa posição é geralmente indicada para tentar corrigir distorções que possam ter aparecido na realização do exame através da posição semi-aberta. O Cirurgião-Dentista deve indicar na solicitação do exame a posição de mordida de sua preferência para aquele paciente e quando não tiver nenhuma indicação, deve-se utilizar o posicionador padrão para a mordida semiaberta.

Para que serve o raio-x panorâmico?

O raio-x panorâmico é o exame de imagem mais solicitado pelos Cirurgiões-Dentistas tanto para auxiliar no diagnóstico de doenças bucais como para avaliação de rotina e acompanhamento de lesões e procedimentos realizados.

Por permitir uma visão mais ampla das arcadas superior e inferior, a radiografia panorâmica é o exame de imagem mais indicado para uma avaliação geral das condições bucais na primeira consulta com o cirurgião-dentista.

Na radiografia panorâmica é comum ocorrer pequenas distorções e sobreposições, por se tratar de uma reprodução de imagem de uma estrutura tridimensional em um filme bidimensional. No entanto, ainda assim o exame é muito importante e muito utilizado na Odontologia. Caso o cirurgião-dentista visualize alguma estrutura na radiografia panorâmica que gere alguma dúvida, como por exemplo, uma lesão periapical ou um cisto, o profissional pode solicitar outros exames complementares (radiografia periapical, interproximal, oclusal, entre outros) a fim de visualizar com mais detalhes e juntamente com o exame clínico obter um diagnóstico mais preciso.

Por que fazer a panorâmica é importante?

A importância da radiografia panorâmica se deve principalmente ao fato de ser um exame que contribui de diversas formas para a promoção e manutenção da saúde bucal.

Previne o avanço da cárie

Como foi citado anteriormente, a radiografia panorâmica é um exame que auxilia no diagnóstico de doenças bucais, como por exemplo, a cárie. As lesões de cárie nem sempre são fáceis de serem visualizadas e diagnosticadas apenas com o exame clínico, como nos casos de cárie interproximal (entre os dentes) e com a radiografia panorâmica é possível visualizar manchas radiolúcidas (mais escuras) que podem sugerir a presença da cárie. Assim, o exame radiográfico auxilia no diagnóstico precoce e consequentemente, evita o agravamento da doença para estágios mais avançados que exigem tratamentos mais complexos, como o tratamento de canal.

Ajuda no diagnóstico preciso

No dia a dia do consultório odontológico é comum o cirurgião-dentista se deparar com situações que geram dúvida no momento do diagnóstico. Isso porque para se avaliar as condições das estruturas dentárias e de suporte, como o osso alveolar, que não podem ser vistas clinicamente, é necessário um exame de imagem como a radiografia panorâmica. Assim, o profissional pode obter mais informações e, juntamente com a avaliação e os testes clínicos, traçar um diagnóstico preciso.

Acompanhamento odontológico

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, o acompanhamento odontológico é de extrema importância para a manutenção da saúde bucal, tanto para o acompanhamento de condições que não exigem intervenção odontológica em um primeiro momento quanto para avaliação de rotina e acompanhamento de procedimentos já realizados e a radiografia panorâmica é uma importante aliada nesse processo.

Visão geral da arcada dentária

Como o próprio nome do exame sugere, a radiografia panorâmica permite uma visão geral das arcadas dentárias (maxila e mandíbula), além de outras estruturas ósseas como: contorno infraorbitário, fossas nasais, septo nasal, arco zigomático, processo coronóide, cabeça da mandíbula (côndilo), fossa mandibular (cavidade glenóide), canal mandibular, entre outras.

Ajuda a escolher o melhor tipo de aparelho dentário

No início de um tratamento ortodôntico (com aparelho dentário) é de extrema importância que o cirurgião-dentista solicite uma documentação ortodôntica para avaliar o crescimento e desenvolvimento da maxila e da mandíbula em relação à base do crânio, a posição dos elementos dentários na cavidade bucal e o padrão dento-esquelético facial.

Os exames que fazem parte da documentação ortodôntica são: radiografia panorâmica, telerradiografia lateral, fotos intra e extraorais, modelo de gesso das arcadas e pode ou não incluir uma radiografia carpal. Assim, a radiografia panorâmica é importante na avaliação das condições bucais e na posição dos dentes (dentes inclusos, semi-inclusos, etc) e na escolha do melhor tipo de aparelho ortodôntico.

Como interpretar uma radiografia panorâmica?

O diagnóstico é a identificação de uma doença ou seu agravamento por meio da interpretação de exames clínicos, radiográficos e laboratoriais. Portanto, para se ter um diagnóstico conclusivo, deve-se somar as informações obtidas através da anamnese, dos exames e da interpretação adequada.

As imagens radiográficas são projeções de sombras em áreas que variam de tonalidade entre o preto e o branco, com nuances intermediárias de cinza. O princípio da interpretação radiográfica é o processo que visa desvendar as informações contidas dentro dessas variações de tonalidade. Através desse processo a interpretação radiográfica permite: identificar a presença ou ausência de doença, obter informações da natureza e da extensão da doença e possibilitar a formação de diagnósticos diferenciais.

As variações de tonalidade das sombras radiográficas ocorrem devido a interação do objeto com o feixe de raios X até atingir o filme radiográfico e isso permite a classificação das imagens em: radiolúcidas e radiopacas.

– Radiolúcidas: são imagens de estruturas menos densas, que absorvem pouco os raios X (imagens mais escuras), como por exemplo, o ar presente nos seios maxilares, tecidos moles, polpa dentária, entre outros.

– Radiopacas: são imagens de estruturas mais densas, que possuem maior poder de absorção dos raios X (imagens mais claras), como por exemplo, o esmalte dentário, restaurações de amálgama, resina, entre outros.

É válido ressaltar que o fato de os exames radiográficos produzirem uma imagem bidimensional de um objeto tridimensional traz limitações na interpretação, pois a imagem obtida depende da posição do objeto no espaço.

Além das limitações do exame, alguns fatores podem contribuir para as falhas na interpretação radiográfica:

– olhada rápida e superficial;

– condições inapropriadas (iluminação ruim);

– diagnóstico pré-concebido;

– focalização em apenas uma região.

Portanto, para diminuir as chances de falhas e proporcionar uma avaliação e interpretação corretas, o profissional deve ter:

  • Condições ideais de visualização: tela lisa, uniforme e com luz brilhante (negatoscópio); sala de observação escura e silenciosa; contorno radiográfico escuro para evidenciar zonas radiopacas; uso de lentes de aumento; radiografias em boas condições.
  • Entendimento das limitações do branco, preto e tons de cinza da radiografia.
  • Conhecimento de como as radiografias devem se apresentar para avaliar se estão nas condições adequadas.
  • Conhecimento detalhado dos aspectos radiográficos das estruturas anatômicas normais.
  • Conhecimento detalhado dos aspectos radiográficos das condições patológicas que afetam a cabeça e o pescoço.
  • Conhecimento e domínio das técnicas intra e extrabucais.
  • Acesso a imagens anteriores para comparação.

De forma geral, o profissional deve seguir alguns passos na avaliação e interpretação da radiografia panorâmica a fim de não deixar passar nenhum detalhe:

– Visão geral de toda a radiografia: observar a idade cronológica e de desenvolvimento do paciente; traçar um contorno visual de todas as estruturas anatômicas normais.

– Dentes: observar o número, o estágio de desenvolvimento e o posicionamento dos dentes; observar as condições das coroas dentárias (lesões de cárie, restaurações); observar as condições das raízes dentárias (tratamentos endodônticos, reabsorções, proporção coroa-raiz).

– Tecidos apicais: observar a integridade da lâmina dura; observar se há uma imagem radiolúcida ou radiopaca associada aos ápices.

– Tecidos periodontais: observar o espaço do ligamento periodontal (entre o cemento radicular e a lâmina dura); observar o nível e a qualidade da crista óssea alveolar; verificar perda óssea vertical ou horizontal; verificar o envolvimento de furca; verificar formação de cálculo dentário.

– Corpo e ramo mandibular: observar forma, contorno, espessura e padrão do trabeculado ósseo; observar qualquer área radiolúcida ou radiopaca.

– Outras estruturas: observar o seio maxilar, cavidade nasal, entre outras.

Qual o preparo do paciente?

A radiografia panorâmica é um exame simples, rápido, indolor e não exige nenhum preparo prévio. O paciente deve apenas retirar os objetos metálicos que possuir na região do pescoço para cima antes da realização da radiografia, mas essas informações e orientações são fornecidas pelos técnicos antes do exame ser realizado.

Quanto tempo leva para fazer um raio-X panorâmico?

A radiografia panorâmica é um exame rápido de ser feito e todo o processo desde as orientações ao paciente até a obtenção da imagem leva cerca de 5 minutos. No entanto, após o posicionamento do paciente no aparelho a tomada radiográfica leva apenas alguns segundos, tempo que o paciente deve permanecer imóvel.

Quando fica pronto o resultado do raio-X panorâmico?

O tempo necessário para a radiografia panorâmica ficar pronta depende de alguns fatores. Após a realização do exame, que leva poucos minutos, já é possível obter a imagem impressa ou em arquivo digital. No entanto, esse prazo pode ser maior caso existam outras condições solicitadas pelo cirurgião-dentista juntas ao exame.

O profissional pode optar por solicitar a radiografia panorâmica acompanhada de um laudo radiográfico ou ainda com uma análise específica chamada de traçado. Tanto o laudo quanto o traçado podem levar alguns dias para ficarem prontos, pois vai depender da demanda e da agilidade do radiologista.

Quais as indicações para a realização da radiografia panorâmica?

A radiografia panorâmica é indicada para avaliação geral das estruturas ósseas e dentárias do complexo maxilo-mandibular. O exame pode ser utilizado como complementar ao exame clínico para se obter um diagnóstico, como exame de rotina ou como exame de acompanhamento de lesões, patologias bucais e procedimentos já realizados.

Quais as contraindicações para a realização da radiografia panorâmica?

De maneira geral, não existem contraindicações para a realização do exame. No entanto, como qualquer outro exame que envolve a utilização de radiação ionizante, a radiografia panorâmica só deve ser executada em casos onde houver a real necessidade de sua realização, principalmente em pacientes grávidas e em pacientes que estão em tratamento com radioiodo do câncer de tireoide.

A gravidez não é um fator que impede a realização da radiografia, mas a paciente deve informar sobre essa condição ao médico, ao cirurgião-dentista e ao técnico de radiologia que executará o exame para realizar a proteção adequada do bebê com avental de chumbo.

Como funciona o aparelho de raio-X panorâmico?

O aparelho de raio-X panorâmico possui duas estruturas que ficam de lados opostos: de um lado fica o tubo que emite o feixe de raios X, e do outro o filme ou o detector de raios X. Entre essas duas estruturas e no centro do aparelho fica a base e o posicionador onde o paciente deve apoiar o queixo e morder na posição correta.

O tubo de raios X gira em um semicírculo ao redor do paciente, começando de um lado da arcada dentária e terminando no outro lado. Esse processo leva pouco menos de um minuto e ao final já é possível visualizar a imagem radiográfica.

Onde comprar um raio-X panorâmico?

O aparelho de raio-X panorâmico pode ser encontrado tanto em lojas físicas especializadas quanto na internet, através de sites e e-commerce. De qualquer forma é importante procurar adquirir um aparelho moderno que fornecerá conforto e comodidade para o profissional e o paciente. Para isso existem os consultores que podem auxiliar nessa escolha.

O que é uma panorâmica com laudo?

A radiografia panorâmica com laudo é basicamente a imagem radiográfica impressa ou digital acrescida de um laudo radiográfico. O laudo é uma série de anotações que o cirurgião-dentista radiologista faz com base na interpretação radiográfica. O profissional deve se atentar aos detalhes e reconhecer as estruturas anatômicas e seus aspectos de normalidade para diferenciá-las dos achados patológicos.

Quais os tipos de radiografia odontológica?

Além da radiografia panorâmica, existem outros exames radiográficos que podem ser solicitados pelo cirurgião-dentista e eles podem ser divididos em: intraorais e extraorais.

Radiografias intraorais

As radiografias intraorais são realizadas a partir de tomadas radiográficas de estruturas bucais utilizando um pequeno filme radiográfico adequadamente posicionado dentro da cavidade bucal. As principais radiografias intraorais são: periapical, interproximal e oclusal.

Radiografia periapical

A radiografia periapical padrão tem tamanho 3 x 4 e permite a visualização de toda a extensão de um ou mais elementos dentários, desde a porção coronária até a região periapical (região final da raiz do dente). Esse exame é muito utilizado para a análise das condições das estruturas periodontais e periapicais (espaço do ligamento periodontal, presença de lesões periapicais, nível e qualidade da crista óssea alveolar, envolvimento de furca, entre outros).

Radiografia interproximal

A radiografia interproximal tem o objetivo de obter uma imagem detalhada somente da porção coronária dos dentes superiores e inferiores. É muito utilizada na Dentística para análise da presença de lesões de cárie interproximais, adaptação de restaurações e coroas, e pontos de contato.

Radiografia oclusal

A radiografia oclusal é um tipo de radiografia que permite a visualização de uma arcada completa de uma vez (maxila ou mandíbula) e serve para avaliar a posição de dentes inclusos, supranumerários e raízes residuais.

Radiografias extraorais

As radiografias extraorais são realizadas com aparelhos apropriados que permitem radiografar estruturas ósseas maiores de uma só vez. A radiografia panorâmica é uma radiografia extraoral e além dela existem também: telerradiografia lateral, telerradiografia póstero-anterior, radiografia de ATM, radiografia carpal e tomografia.

Telerradiografia lateral

A telerradiografia lateral é uma radiografia feita do perfil do paciente e permite a avaliação do crescimento e do desenvolvimento da maxila e mandíbula em relação à base do crânio. É muito utilizada na Ortodontia e na cirurgia ortognática para estudo das alterações ósseas e dentárias.

Telerradiografia póstero-anterior

A telerradiografia póstero-anterior (PA) ou telerradiografia frontal permite a avaliação da relação entre ossos da face e os dentes e é indicada para avaliar o padrão dento-esquelético facial e assimetrias ósseas.

Radiografia de ATM

A radiografia de ATM é realizada em duas tomadas radiográficas: uma do paciente com a boca fechada e outra com a boca em abertura máxima possível. Esse exame permite a avaliação dos contornos anatômicos da articulação têmporo mandibular e o grau de movimentação da cabeça da mandíbula com relação à fossa mandibular e eminência articular.

Radiografia carpal

A radiografia carpal ou radiografia de mão e punho é um exame que serve para visualização das estruturas ósseas da mão e do punho do paciente com o objetivo de estimar sua idade óssea. É um exame comumente solicitado na Ortodontia e na Implantodontia para avaliar se o paciente está na idade e desenvolvimento adequados para realizar determinado procedimento.

Tomografia convencional e computadorizada

A tomografia é o exame que permite obter uma imagem tridimensional de uma secção do corpo humano com finalidade diagnóstica. Os cortes feitos nas imagens permitem a reconstrução da estrutura radiografada e permitem a visualização da imagem de acordo com os planos axial, sagital ou coronal. A tomografia é solicitada principalmente em casos de suspeitas de fraturas, avaliação de dentes inclusos, lesões, tumores e estudo da qualidade óssea para instalação de implantes.

Quanto custa um raio-X panorâmico?

O valor de um raio-X panorâmico pode variar conforme a localização da clínica radiológica ou de acordo com a solicitação do cirurgião-dentista. O profissional pode solicitar apenas a imagem radiográfica, mas também pode solicitar a panorâmica com laudo ou com traçado, e o valor dependerá também desses fatores. De maneira geral, o exame custa em média R$150,00.

Pode fazer raio-X panorâmico com aparelho?

O aparelho ortodôntico fixo não é um fator que impede a realização do raio-X panorâmico. No entanto, peças metálicas removíveis podem atrapalhar a visualização das estruturas ósseas e dentárias e, portanto, devem retiradas antes da realização do exame, como por exemplo: aparelhos ortodônticos removíveis, próteses removíveis, brincos, colares, entre outros.

Quanto tempo demora para fazer uma panorâmica?

A radiografia panorâmica leva cerca de 5 minutos para ser realizada e não exige nenhum preparo prévio.

Precisa de pedido para fazer panorâmica?

Assim como outros exames complementares relacionados ao meio odontológico, a radiografia panorâmica precisa da solicitação do cirurgião-dentista para sua realização.

Foto de Cassiano Pires

O Autor

Cassiano Pires

Cirurgião-dentista, mestre e doutorando em Endodontia (FORP-USP). Especialista em Radiologia e Imaginologia (AORP). Especialista de Produtos da área de Imagem na Alliage.

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